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Trânsito e crianças

Quando nos referimos ao trânsito como condição de causas acidentais em crianças, parece que estamos culpando o meio de transporte ou dando a ele um maior peso em relação aos acidentes, mas o que acontece é que, muitas vezes, o comportamento dos condutores é o que estabelece mais riscos a todos os passageiros, em especial às crianças.
De acordo com o Ministério da Saúde, temos uma média de 3,8 mil crianças na idade de zero a 14 anos que morrem todos os anos e 117 mil são internadas em estado grave devido aos acidentes de trânsito. Leia mais agora no Blog da Ituran em parceria com Doutor Multas:

Uma grande medida preventiva está no uso do cinto de segurança, obrigatório para qualquer idade, inclusive para os menores. Além disso, existe a obrigatoriedade de cadeirinhas, conforme a Resolução 277, do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que regulamenta, no país, o transporte de crianças com idade de até 7 anos e meio.
A obrigatoriedade da utilização de cadeirinhas começou em 1º de setembro de 2010, sendo que o período de adaptação para as regras da Lei da Cadeirinha durou cerca de dois anos.
Já os fatos relacionados à faixa etária de 10 a 14 anos estão muito atrelados ao atravessar ruas de modo desatento, andar de bicicletas e outros brinquedos sem as devidas proteções e não estar atento às sinalizações. Aqui também entra a importância de o adulto ir ensinando as medidas de sinalizações e segurança para o bem da criança em desenvolvimento.
Os órgãos responsáveis, como o CONTRAN, constantemente apontam as exigências de utilização de cinto de segurança e de uso de assentos em bancos traseiros por idades específicas.
De acordo com o Art. 64“As crianças com idade inferior a dez anos devem ser transportadas nos bancos traseiros, salvo exceções regulamentadas pelo CONTRAN”.
E Art. 65“É obrigatório o uso do cinto de segurança para condutor e passageiros em todas as vias do território nacional, salvo em situações regulamentadas pelo CONTRAN”.
Muitos acidentes ocorrem por conta da falta de orientação e da desobediência das legislações, bem como por causa da imprudência de tais medidas. De qualquer modo, os cuidados devem envolver os limites, que já foram apresentados, em relação ao desenvolvimento da fase pela qual a criança está passando.
De alguma forma, este artigo proporciona meios para a resolução desse problema, sendo assim, não deixe de compartilhar este conteúdo.